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28 de maio de 2014

Literatura: Nicolas Sparks e Victor Hugo

No auge da minha forma literária mais eclética, (será que poderia dizer literalmente, 'literalmente falando'?), terminei
O Guardião de Nicolas Sparks, um dos romancista mais conceituado da atualidade, que teve diversos títulos adaptados para o cinema, como "Um Amor para Recordar" e "Homem de Sorte".

Preservando a linha drama/romance o autor inova acrescentando suspense e ação à história, o que prende o leitor até o último parágrafo, segundo o autor "o trabalho mais difícil de sua carreira". Bem, sou suspeita para falar por que quando temos um psicopata como protagonista para mim é o tempero exato, o 'Sazon' que faltava!!!


Destaque para Singer, o dinamarquês, na minha fase cachorro me identifiquei demais! principalmente por ser grandalhão que nem a minha Ursita, ameii e chorei...







E para variar o cardápio escolhi embarcar na obra de Victor Hugo (que não é o das bolsas ok!), para mim quando digo obra, tem um peso, e creio que atravessar os tempos é o que sustenta esse peso.

Numa tradução de Machado de Assis,  o clássico da literatura mundial Os Trabalhadores do Mar,  já nas primeiras páginas mostra o zelo com os detalhes e a forma poética com que o escritor desenvolve a trama, com frases maravilhosas daquelas que a gente para e lê de novo!



Para quem não conhece, 
ele foi o escritor de "Os Miseráveis", 
e pai do Quasímodo!